"É preciso sugar da arte um novo tipo de artista: o artista cidadão. Aquele que, em sua arte, não revoluciona o mundo, mas também não compactua com a mediocridade que imbeciliza um povo desprovido de oportunidades. Um artista a serviço da comunidade, do país. Que, armado da verdade, por si só, exercita a revolução.
Escreva poemas, mas, se te insultarem, recite palavrões."
Sérgio Vaz.