quarta-feira, 16 de abril de 2008

Estou no wordpress agora.

Nos vemos lá então:

http://igualvoce.wordpress.com/

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bicicletas já!

Aproveitei o final de semana e levei a Giulia para o seu primeiro passeio de bicicleta. Fomos conhecer o recém-inaugurado Parque do Belém. Ficou bem legal, dá pra andar de bike tranquilo e aproveitar várias das quadras de futebol, vôlei, basquete, além de muito verde! A Giulia curtiu demais! Na sequência, eu e o Diego aproveitamos pra fazer mais uns posters, na semana a gente sai pra colar. Mais bicicletas! Menos Carros!



terça-feira, 4 de março de 2008

"Como tirar doce da boca de criança."


Gisele e as meninas de plástico II

Nada do que eu disser aqui vai mudar sua cabeça. Nada do que você vai ler aqui será novidade.

Fazem quase 4 anos que escrevi o primeiro texto sobre o que acreditava naquela época ser um fenômeno longevo e que só traria consequências cada dia mais graves para as pessoas. Algum tempo se passou e o que tenho visto é que o culto à beleza só intensificou-se e passa a fazer parte cada vez mais cedo do universo feminino. Empresas Farmacêuticas e Cosméticas têm apontado seus canhões para uma das faixas de consumo mais sensíveis a novidades e modismos: As crianças.

Muitas são as matérias exibidas na televisão e jornais impressos em que donos de indústrias mostram-se maravilhados com o aumento do consumo entre o público infantil e gabam-se de suas artimanhas para atingir esse público. As crianças ganharam um novo espaço para brincar em farmácias e supermercados, elas contam com um espaço apenas para elas, com direito a espelhos na altura de seus olhos, muitas brincadeiras e até massagem. O que parece algo inofensivo, tem seu lado bastante sombrio: Apresenta às crianças o mundo da vaidade e competição. Não sou ingênuo de acreditar que isto não acontecesse, toda filha adora parecer com a mamãe e usar seus produtos de maquiagem, o grande problema é que isso se fazia esporadicamente, até alguns anos atrás não era normal ver crianças totalmente maquiadas e produzidas com batons e afins, o problema está em se fazer disso algo totalmente normal, aceitável, trazer ao mundo da criança a insegurança e vaidade adultas. Crianças devem brincar, aprender, imaginar as coisas, ter tempo para poder sonhar, e acreditar em novas possiblidades.


‘‘As crianças têm consciência de marca, sabem o que é o tênis Nike ou o refrigerante Coca-cola. Se não gostam de uma marca, não usarão’’

Pesquisas apontam que 49% das mães dizem que a decisão das filhas na hora da compra é grande, sendo que há uma década essa porcentagem era de apenas 8%. Ou seja, transformam cada vez mais cedo pessoas em meros consumidores sem capacidade de senso crítico ou senso de responsabilidade com o planeta. Digo isso porque chegamos a um ponto em que é extremamente necessário retomarmos a educação de nossas crianças, apresentá-los a um mundo mais simples, mais coeso, menos tecnológico e mais real. Estamos perdendo o contato direto com eles e deixando que a televisão e uma série de bugingangas eletrônicas façam isso em nosso lugar, não sou radical e não acredito que a culpa para uma série de coisas que estão acontecendo seja culpa apenas disso, mas uma coisa é certa, é preciso que voltemos a tratar da educação de nossos filhos com mais afinco, com mais carinho ao invés de mais brinquedos caros e saídas ao monsterdonalds.

Nas últimas décadas com a entrada das mulheres no mercado de trabalho, muita coisa mudou, junto com a piora da educação nas escolas públicas e particulares, - pois a formação escolar se dá em sua maior parte para o mercado de trabalho e regras sociais, sem valorizar a criatividade e o espírito comunitário - a falta da mãe dentro de casa faz muita diferença, pois pais exaustos não conseguem dedicar muito tempo a seus filhos, e é aí que entram os substitutos: Se o nenê não pára de chorar coloca-se ele em frente da televisão, por exemplo.

Acredito muito na cultura de coletividade, onde um olha pelo outro e quando preciso abre mão de algumas coisas pelo bem do grupo a que pertence, e acho que isso é o que tem faltado na educação, parece que cada vez mais as crianças estão vivendo em micro mundos de individualidade e disputa. Vejo com bastante frequência garotos se gabando de celulares, roupas, e o mais complicado de tudo é que esses são os que aparecem na televisão enquanto uma maioria esmagadora fica de fora deste mundo contentado-se em desejar ou quem sabe fazer seu corre. É um ciclo muito perigoso que estamos a todo momento reafirmando, como fizeram com nossa geração por exemplo onde o mote era viva e foda-se o resto.

Não sou pedagogo e estou muito longe de poder me gabar de ser professor ou coisa parecida, mas percebo claramente que o caminho da sustentabilidade parece ser o mais adequado para usar na educação das crianças.

"Agir de maneira sustentável é atender as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as futuras gerações atenderem as suas próprias necessidades. Para ser sustentável, qualquer empreendimento humano deve ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito."

Norte.

"É preciso sugar da arte um novo tipo de artista: o artista cidadão. Aquele que, em sua arte, não revoluciona o mundo, mas também não compactua com a mediocridade que imbeciliza um povo desprovido de oportunidades. Um artista a serviço da comunidade, do país. Que, armado da verdade, por si só, exercita a revolução.

Escreva poemas, mas, se te insultarem, recite palavrões."

Sérgio Vaz.

Atento.



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

A gente é que tá moscando.

"Eles sempre mantiveram-se entrincheirados, principalmente no pós-guerra, a gente é que ficou esperando durante todo o restante do século passado, e agora que realmente nos demos conta de que os livros e os gênios que os escreveram estavam certos, é tarde demais, pois as multinacionais transformaram-se em verdadeiros Estados Corporativos dispostos a destruir o que for necessário para manterem seus impérios, vide casos obscuros como as fusões de empresas de telecomunicações no mundo todo, por mais que se criem mecanismos para que elas não aconteçam no papel, os acordos entre elas mantem os preços altos e os salários medíocres."

Eu quero seu filho!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Na falta de compaixão, vai egoísmo mesmo.

Vem pato.